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Eduardo Camarini transforma muros em mapas e solidariedade

em esperança no Litoral Norte

 

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Eduardo Camarini transforma muros em mapas e solidariedade

em esperança no Litoral Norte

 

Conhecido como "A Lenda de Maresias", Eduardo Camarini é daqueles seres humanos que fazem a diferença na comunidade. Bombeiro Civil, Guarda-Vidas, Papai Noel em ações beneficentes, artista plástico e voluntário em diversas causas, ele dedica sua vida a servir as pessoas em ações sociais
 
Quando não está atuando em uma de suas profissões, Eduardo coloca em prática outro dom: a pintura. Com talento e criatividade, transforma muros e paredes em verdadeiras obras de arte, desenvolvendo um estilo próprio que une cartografia, informação e beleza. Seus painéis retratam mapas de bairros, ruas, pontos turísticos, comércios, tabelas de competições esportivas e frases de reflexão, tornando-se verdadeiros guias urbanos a céu aberto para moradores e visitantes.
 
Foi durante um desses trabalhos que conheci Eduardo, no Centro de São Sebastião. Em uma parede cedida pelo comerciante Edimário, proprietário da Lanchonete Sal & Doce, localizada na Rua Prefeito João Cupertino dos Santos, ao lado da Praça do Coreto, ele criou um impressionante mapa da região central de São Sebastião. A riqueza de detalhes chama a atenção e facilita a orientação de quem passa pelo local.
 
Seus trabalhos estão expostos ao ar livre  em alguns pontos do Litoral Norte, são 6 mapas:
 2 Maresias, 2 Cambury , 1 Boiçucanga  e este último no centro de São Sebastião. Cada mural representa mais do que uma pintura: é uma demonstração de amor pela cidade, valorizando a identidade local e prestando um serviço de utilidade pública.
 
Mas, entre todos os projetos desenvolvidos por Eduardo, um ocupa um lugar especial em seu coração: o Pizza Solidária. A iniciativa leva muito mais do que alimento às comunidades de São Sebastião. Em encontros marcados pela amizade e pela solidariedade, moradores compartilham pizzas, conversas e momentos de integração, fortalecendo os laços entre as famílias e promovendo a inclusão social.
 
Agora, Eduardo deseja ampliar seu projeto de cartografia urbana, levando seus murais para escolas e pontos de ônibus. Apesar da relevância da iniciativa, ele ainda busca apoio do poder público para tornar esse sonho realidade.
Os próximos trabalhos já têm destino definido: os bairros Topolândia e São Francisco, em São Sebastião, além das cidades de Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba.
 
A dedicação e a originalidade de seu trabalho já chamaram a atenção de importantes veículos de comunicação, entre eles a Revista Placar e a TV Vanguarda, que destacaram sua contribuição para a cultura e para a comunidade.
 
O trabalho é árduo e exige muita dedicação. Infelizmente, ainda falta apoio do poder público. Todos os custos são pagos por ele, contando apenas com algumas contribuições voluntárias.

 

 

Para divulgar seu comércio ou empresa nos trabalhos do Eduardo,  entre em contato: 

Edu (12) 99734-7944     Insta: @camarinie

 

Abaixo fotos e vídeos

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RESUMINDO A COPA
- Aprendemos a localização geográfica de Cabo Verde.
- O México não ganhou, mas conquistou o mundo todo.
- Egito não via um roubo tão grande desde que Moisés levou os hebreus.
-Anexamos a Noruega à América Latina
- A Argentina tem o melhores jogadores da Copa: Os árbitros.
- A Fifa teve que engulir a seco o fato de não entregar a taça para os Argentinos.

 

TESTE DE FIDELIDADE
Faltavam poucos dias para o casamento de Adolfo.
A mãe da moça, uma quarentona escultural, estilo Vera Bitcher, lhe disse, no sofá da sala:
— Adolfo, quero que você saiba que eu sempre te achei um homem atraente e... bem... estou sem graça de falar...
— Pode falar, dona Sônia! Fique à vontade!
— Bom, Adolfo, antes que você casasse, eu gostaria de fazer  sexo com você!
Adolfo fica boquiaberto e ele prossegue:

— Eu vou lá pro quarto! Se você quiser ir embora, já sabe onde é a porta... Se quiser me ter é só ir lá pro quarto... Estarei te esperando... gostoso!
Adolfo espera a sogra ir para o quarto, pensa por meio segundo e decide o caminho que vai tomar.
Corre para a porta e encontra, apoiado no seu carro, o seu sogro, marido da dona Sônia, sorridente.
— Parabéns, Adolfo! — disse ele — Queríamos saber se você era um homem fiel, honesto e leal e você passou pelo teste!
Então a sogra saiu da casa e também o cumprimentou.
Moral da história: É bem melhor carregar as camisinhas no carro do que no bolso.

 

FUTEBOL DE ANÕES
Um grupo de anões decide jogar futebol. Alugam um campinho de várzea e vão pra lá contentes e eufóricos..
Lá chegando, percebem que não existe vestiário e então decidem vestir o uniforme no banheiro do boteco lá perto.
Todos entram e se dirigem para o fundo. Chega um bêbado e pede uma garrafa de cachaça.
Após alguns minutos, passam pelo bêbado os jogadores anões vestidos de azul.
O bêbado não entende nada, fica bolado, mas continua bebendo.
Em seguida, passam os anões de uniforme vermelho.
O bêbado chega pro dono do bar e diz :
Aí maluco, fica ligado que os boneco do pebolim tá fugindo tudo!!!

 

AS MÃES
A mãe brasileira encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e pergunta para si mesma: "Será que minha filha está bebendo?" A mãe italiana encontra um maço de cigarro na bolsa da filha e se questiona: " Será que minha filha está fumando?" E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta: " Ai, Jisus! Será que minha filha tem pinto?

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Acabou a Copa e antes de embarcar nas eleições vamos para um novo modismo.
O Brasil acordou com uma preocupação inédita: os jovens estavam competindo para ver quem tinha mais... aura. Antigamente se disputava bola de gude, pipa ou quem conseguia decorar a tabuada do sete. Hoje, o desafio é desfilar, fazer pose e convencer a internet de que o carisma pode ser medido em pontos invisíveis.
Foi então que o  prefeito de São Sebastião se manifestou:
“Campeonato de Farmar Aura aqui não vai ter com incentivo da prefeitura”.
Em compensação, sugeriu campeonato de tabuada e soletrando.
Imagino a cena: um adolescente entra todo confiante para farmar aura, mas é surpreendido pela pergunta:
“Quanto é oito vezes sete?”. 
A aura desaparece mais rápido que sinal de Wi-Fi em elevador.
Nas redes sociais, a discussão virou campeonato de comentários. 
Uns defendem que aura também é cultura. Outros afirmam que cultura mesmo é ler "100 Anos  de Solidão". No fim, todo mundo ganhou curtidas, menos a professora de Português, que continua esperando alguém usar “mas” em vez de “mais”.
Talvez exista um meio-termo. O jovem pode farmar aura, desde que saiba calcular o troco da padaria e escrever “exceção” sem pesquisar no celular.
Afinal, carisma impressiona por alguns segundos; conhecimento rende pontos para a vida inteira.

 

Campeonato de Farmar Aura 
 É uma brincadeira que nasceu nas redes sociais, especialmente entre usuários do TikTok e do Instagram, e ganhou repercussão no Brasil em 2025. O termo não tem origem em um esporte oficial, mas em uma gíria da internet.
O que significa "farmar aura"?
A expressão mistura duas palavras:
Farmar: vem dos videogames e significa acumular ou conquistar algo repetidamente (como pontos, moedas ou experiência).
Aura: na linguagem dos jovens, significa ter presença, carisma, estilo ou transmitir uma imagem de alguém "muito legal" ou admirável.
Assim, "farmar aura" significa ganhar pontos imaginários de carisma, geralmente por meio de atitudes consideradas estilosas, engraçadas .

 

Como funciona o campeonato?
Os participantes fazem apresentações curtas, quase sempre em locais públicos ou em eventos, tentando demonstrar o máximo de "aura". 
Não há regras oficiais, mas normalmente são avaliados aspectos como:postura, confiança, criatividade, expressões faciais, forma de caminhar, roupas e acessórios, reação da plateia.
O vencedor é aquele que consegue arrancar mais aplausos, risadas ou demonstra mais "presença".

 

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ORAÇÃO MILAGROSA
Faça com muita fé,várias vezes ao dia.
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, 
bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus. Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
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 Chico Chico é confirmado como uma das principais atrações da 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela
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ILHABELA (SP) — A programação artística da 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI 53) ganha um reforço de peso. O cantor e compositor Chico Chico, um dos nomes mais requisitados da cena musical contemporânea, sobe ao palco do Race Village no dia 31 de julho (uma sexta-feira), a partir das 20h30. A apresentação é gratuita e integra o eixo cultural do maior evento de vela oceânica da América Latina.

Filho único da saudosa Cássia Eller (1962–2001), Francisco Ribeiro Eller construiu uma identidade artística própria e visceral, consolidando-se na MPB com uma sonoridade que transita organicamente pelo folk, rock e samba. Na estrada, o músico acumula projetos de destaque — a exemplo do trabalho com João Mantuano, que rendeu indicação ao Grammy Latino pela faixa "A Cidade" — e atrai tanto os antigos admiradores do legado de sua mãe quanto uma nova geração de ouvintes.
O Palco do Race Village
Montado na Vila (Centro Histórico), o Race Village funciona como o epicentro cultural e de entretenimento da SIVI. O espaço abre diariamente às 14h, oferecendo ao público uma agenda que mescla exibições ambientais, passeios guiados, ativações náuticas da Marinha do Brasil, sunsets com DJs a partir das 16h e grandes shows nacionais.
 
Serviço
Evento: Show de Chico Chico na 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela
Data: 31 de julho de 2026 (sexta-feira)
Horário: 20h30 (Race Village aberto a partir das 14h)
Local: Race Village – Vila (Centro Histórico), Ilhabela - SP
Entrada: Gratuita
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NOVO VINI JR

Nas férias, enquanto muitos aproveitam para descansar ou viajar, Vinícius Júnior decidiu investir em si. Passou por uma rinoplastia, deixou a barba desenhada com precisão e apareceu com os cabelos mais longos. Bastou uma foto para que a internet decretasse: "Nasceu um novo Vini Jr."

 

A verdade é que a imagem de um atleta nunca pertence apenas a ele. Ela se torna assunto de milhões de pessoas. Um novo corte de cabelo vira tendência nas barbearias. Uma mudança no rosto rende debates intermináveis nas redes sociais. Há quem elogie, quem critique e quem jure que "estava melhor antes". É o preço da fama em tempos de celulares e comentários instantâneos.

 

Mas existe algo curioso nisso tudo. O garoto que saiu de São Gonçalo para conquistar o mundo sempre precisou enfrentar julgamentos muito maiores do que um corte de cabelo ou uma barba. Foi criticado pelo jeito de jogar, pelas danças após os gols, pela forma como reagia às provocações e, infelizmente, até pela cor da pele. Ainda assim, respondeu da maneira que mais incomoda os críticos: jogando futebol.

 

Agora, ao surgir com um visual renovado, Vini parece apenas fazer o que qualquer pessoa faria se tivesse vontade de mudar. Afinal, quem nunca saiu do salão ou da barbearia esperando ouvir um "você ficou diferente"? A diferença é que, no caso dele, quem comenta não é apenas a família ou os amigos. É o planeta inteiro.

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UMA CRÍTICA IMPIEDOSA
Há uma crueldade poética na célebre frase de que o teatro imita a vida. A gente cresce acreditando nisso, decantando em versos a ilusão de que a nossa passagem por este mundo cabe na vastidão de um palco iluminado. Eu mesmo vivi essa febre. Meu sonho de menino e de moço não era apenas ter uma profissão; era ser um homem de teatro.
Fechava os olhos e me via encarnando as grandes personagens da dramaturgia universal. Queria emprestar minha voz aos dilemas existenciais de Shakespeare, sentir o peso implacável do destino nas tragédias de Sófocles, expor a carne viva e a hipocrisia suburbana nos textos de Nelson Rodrigues, rir das ridicularizações humanas com Molière, provocar o pensamento crítico sob a lona de Bertolt Brecht e celebrar a brasilidade mágica e genial de Ariano Suassuna.
Eu estudava os textos com a devoção de um noviço. Ensaiava monólogos no espelho do banheiro, gesticulava para as paredes mudas, chorava lágrimas de mentira que ardiam com uma verdade genuína. Acreditava piamente que a arte dramática era o meu destino manifesto.
Até que veio o dia da revelação. Não foi uma revelação mística, tampouco uma crítica literária implacável de um jornal de domingo. Foi algo muito mais prosaico, rasteiro e incontestável: o dia em que a minha barriga passou a me criticar.
Aconteceu numa terça-feira cinzenta. Eu estava diante do espelho, tentando ensaiar o porte altíssimo de um rei trágico. Estufei o peito, ergui o queixo, lancei um olhar severo e compenetrado para o horizonte imaginário.
Foi então que a traição se consumou.
A minha barriga, habitualmente silenciosa e tolerante com os meus delírios artísticos, resolveu romper o contrato de colaboração. Ela não apenas se sobressaiu à túnica improvisada; ela pareceu me olhar de volta com um ar de reprovação profunda. Mais do que isso: ela roncou.
Não foi um ronco comum de fome. Foi um ronco com timbre de julgamento. Um som rouco, irônico, que parecia sussurrar: "Amigo, que Rei Lear que nada. Olha para mim. Você não consegue nem sustentar a própria respiração sem esticar os botões da camisa, quem dirá carregar o peso da coroa da Dinamarca. Esqueça os palcos. O único drama que você deve protagonizar agora é o silêncio de uma mesa vazia".
Fiquei estático. O herói grego desabou ali mesmo, reduzido a pó sonhos que ainda me alimentavam.
Tentei argumentar com o meu próprio abdômen. Ponderei sobre a nobreza da arte, sobre a catarse Freudiana, sobre a importância de manter viva a chama da cultura. Mas a barriga foi implacável em seus argumentos pragmáticos. Lembrou-me dos boletos, da falta de tempo para os ensaios, do sedentarismo crônico e, sobretudo, do fato de que grandes dramaturgos escreviam para mentes brilhantes, mas o meu estômago exigia apenas atenção imediata e um bom sofá.
Desisti ali mesmo.
Despeço-me, assim, dos palcos que nunca abriguei. Não vestirei o manto de Édipo, não duelarei com Laertes e tampouco discutirei a moralidade com o Auto da Compadecida. Contento-me em ser plateia, comendo minha pipoca — aceitando, com resignação, que a única crítica que realmente importa é aquela que vem de dentro, implacável, exigindo o seu lugar ao sol (e à mesa).

 

 Há pessoas que, para "amarem" outra pessoa, exigem que esta pare com isto ou faça aquilo. Esse "amor" condicional pode ser tudo, menos Amor. Mas há coisa pior. Quem, por exemplo, cuida de um pai idoso porque foi por ele cuidado, ou por prever que, no futuro, precisará ser cuidado por seus filhos (e quer dar o exemplo), "ama" por compensação. Se o "amor" com condição não é Amor, o "amor" por compensação é só comércio. Pior, ainda: um comércio muito mesquinho. Amor só é Amor quando é de graça. Quem Ama de verdade, simplesmente Ama, nada esperando, nada negociando

 

Publicado na edição 413 - 16 /04/2015 

 

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