FRASE DA EDIÇÃO

"Quanto mais tempo você permanecer no trem errado,

mas caro será para voltar pra casa’’

(Isso não é sobre trens)

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Publicado 02h18 de 22/03/2025
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Em um avanço que pode mudar o rumo dos tratamentos oncológicos, um grupo de cientistas sul-coreanos anunciou uma nova tecnologia capaz de “reprogramar” células cancerígenas, transformando-as em células saudáveis. A descoberta, ainda em fase inicial, reacende esperanças de encontrar abordagens menos agressivas e mais eficazes contra diversos tipos de tumores.

Como funciona a tecnologia de “reversão” celular
O método desenvolvido pelos pesquisadores envolve a modulação de genes e proteínas específicas presentes em células tumorais. Por meio de processos de edição genética e estimulação molecular, eles conseguiram restaurar determinadas funções celulares, levando células anormais a retomarem um comportamento semelhante ao de células normais.

 

Horizontes para a medicina
A possibilidade de reverter células cancerígenas em células normais pode representar um marco na evolução das terapias oncológicas. Ao lado de outras frentes de pesquisa — como imunoterapia e terapia gênica —, essa abordagem aumenta o arsenal contra o câncer. Embora o caminho até a aplicação clínica seja longo, o avanço coreano reforça a esperança de que tratamentos mais eficazes, focados e menos agressivos estejam cada vez mais próximos de se tornar realidade.

 

Fonte:  Executivos da Saúde

 

 

SORTUDA

A atriz Pri Helena, que interpreta Zezé em 'Ainda Estou Aqui', revelou que inicialmente achou que o convite para o filme era um golpe. Durante sua participação no programa Encontro desta quinta-feira, 20, ela contou que recebeu a mensagem enquanto estava '"catando ovo" na zona rural.


"É uma das coisas mais incríveis que aconteceram na minha vida”, contou.

Pri Helena também elogiou Fernanda Torres, protagonista do filme, destacando sua generosidade nos bastidores. "Ela me fez sentir pertencente àquele lugar", afirmou.

 

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RIA SE PHUDER

O cara já tinha enchido a cara e no auge da bebedeira, decidiu ir para outro bar. Mas, quando ele foi se levantar da cadeira, plaft, caiu de cara no chão. Então ele tentou se levantar e, pá, caiu de novo.
O bebum se rastejou até a porta do bar. 
Quem sabe, tomando um ar fresco ele conseguisse levantar. 
Esperou um pouco, tentou se levantar e, bum, desmoronou outra vez, e começou a se rastejar. Pelo menos isso ele conseguiu. Foi se rastejando pela rua e teve pelo menos uma idéia inteligente: 
Resolveu desistir do outro bar e ir pra casa se rastejando, já que não conseguia nem andar. Depois de se rastejar alguns quarteirões ele chegou em casa. Agora ele conseguiria levantar. 
Que nada! Caiu de novo e foi rastejando até a sua cama.
Acordou na manhã seguinte com a esposa dando uma tremenda bronca:
- Bonito, hein! Encheu o rabo de novo, sem vergonha!
- Quem te disse isso? - Perguntou ele, com olhar inocente:
- Ligaram do bar avisando que você esqueceu a cadeira de rodas lá de novo!

 

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Em um velório de um pedreiro estava a esposa e o servente do defunto chorando. De repente o servente se pronuncia:- Ainda lembro de suas últimas palavras...
- E qual foram elas? - pergunta a esposa. E o servente relembra:
- Nois tava no decimo andar e ele falou: não puxa essa tábua senão eu caioooooo

 

 

O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa... Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós....falaram sobre o tempo....
- Será qui chove? - Tarveis - respondeu ela. Ficô um grande silêncio... Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo:
- Cumadi....qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?
- Ah, cumpadi...cê mi pegô sem pó.....

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Lino Britto era o glorioso — e único — editor da revista mais lida no litoral norte de São Paulo, publicação especializada em piadas , trocadilhos infames e horóscopos escritos por um papagaio de circo, aposentado. 

 

Aos 47 anos, Britto ostentava uma barriga de chope, uma calvice desalinhada e uma fé inabalável na força transformadora da risada… mesmo que ninguém mais risse.

 

Naquela segunda-feira cinzenta, ele tropeçou ao entrar na redação. Literalmente. Pisou numa pilha de tirinhas mal desenhadas, voou como um pombo assustado e aterrissou com a testa no teclado do estagiário, que estava mergulhado até o pescoço no jogo do tigrinho.
— "É o destino!", exclamou, erguendo-se com a dignidade de um apresentador de programa infantil demitido ao vivo.
Mas o tropeço não era nada comparado ao que viria a seguir.
Lino havia agendado, por engano, a publicação da “Edição Especial do Dia da Mentira” para 1º de março — não de abril. A edição já estava nas plataformas digitais, repleta de notícias falsas, como "Pato Donald se candidata à presidência" e "Cientistas descobrem que rir cura calvície". 

Leitores revoltados lotaram a caixa de e-mails da revista com insultos criativos, como “Seu palhaço de meia-tigela” e “Meu cachorro escreve piadas melhores”.
— "É marketing ousado!", tentou justificar Lino Britto numa reunião de emergência com a diretoria (que consistia apenas nele mesmo e um Antúrio, (planta carnívora) em estado terminal.

Seu fiel diagramador, Dudu, um ex-mímico que odiava palavras, apenas o encarava com olhos de pânico. Já Cremilda, a faz tudo que acredita fielmente em horóscopo, entrou bufando na sala e deu um esporro no editor, ao descobrir que Capricórnio teria um “romance tórrido com um alienígena do signo de Júpiter”.

 

A tragédia era certa. Mas Britto, com a persistência de um palhaço em chamas, decidiu que aquilo era apenas o começo. Anunciou, com a testa ainda vermelha do teclado:
— "Vamos transformar o erro numa revolução! 
A partir de agora, toda edição será... imprevisível!»
Silêncio total!. O Antúrio caiu do vaso....

 

Leia na próxima edição, o Segundo Capítulo

 

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O que é Sucesso?
Aos 02 anos sucesso é: conseguir andar.
Aos 04 anos . sucesso é: não fazer xixi nas calças. 
Aos 12 anos . sucesso é: ter amigos. 
Aos 18 anos . sucesso é: ter carteira de motorista. 
Aos 20 anos . sucesso é: fazer sexo. 
Aos 35 anos . sucesso é: dinheiro. 
Aos 50 anos . sucesso é: dinheiro. 
Aos 60 anos . sucesso é: fazer sexo. 
Aos 70 anos . sucesso é: ter carteira de motorista. 
Aos 75 anos . sucesso é: ter amigos. 
Aos 80 anos .. sucesso é: não fazer xixi nas calças. 
Aos 90 anos . sucesso é: conseguir andar.

 

 ASSIM É A VIDA.... 

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BRINCADEIRA

Começou como uma brincadeira. Telefonou para um conhecido e disse:

- Eu sei de tudo.

Depois de um silêncio, o outro disse:

- Como é que você soube?

- Não interessa. Sei de tudo.

- Me faz um favor. Não espalha.

- Vou pensar.

- Por amor de Deus.

- Está bem. Mas olhe lá, hein?

Descobriu que tinha poder sobre as pessoas.

- Sei de tudo.

- Co-como?

- Sei de tudo.

- Tudo o quê?

- Você sabe.

- Mas é impossível. Como é que você descobriu?

A reação das pessoas variava. Algumas perguntavam em

seguida:

- Alguém mais sabe?

Outras se tornavam agressivas:

- Está bem, você sabe. E daí?

- Daí, nada. Só queria que você soubesse que eu sci.

- Se você contar para alguém, eu...

- Depende de você.

- De mim, como?

- Se você andar na linha, eu não conto.

- Certo.

Uma vez, parecia ter encontrado um inocente.

- Eu sei de tudo.

- Tudo o quê?

- Você sabe.

- Não sei. O que é que você sabe?

- Não se faça de inocente.

Mas eu realmente não sei.

- Vem com essa.

 Você não sabe de nada.

- Ah, quer dizer que existe alguma coisa para saber, mas eu é que não sei o que é?

- Não existe nada.

- Olha que eu vou espalhar..

- Pode espalhar que é mentira.

- Como é que você sabe o que eu vou espalhar?

- Qualquer coisa que você espalhar será mentira.

- Está bem. Vou espalhar.

Mas dali a pouco veio um telefonema.

- Escute. Estive pensando melhor. Não espalha nada sobre aquilo.

- Aquilo o quê?

- Você sabe.

Passou a ser temido e respeitado. Volta e meia alguém se aproximava dele e sussurrava:

- Você contou para alguém?

- Ainda não.

- Puxa. Obrigado.

Com o tempo, ganhou uma reputação. Era de confiança. Um dia, foi procurado por um amigo com uma oferta de emprego. O salário era enorme.

- Por que eu? - quis saber.

- A posição é de muita responsabilidade - disse o  amigo. - Recomendei você. disse o

- Por quê?

- Pela sua discrição.

Subiu na vida. Dele se dizia que sabia tudo sobre todos mas nunca abria a boca para falar de ninguém. Além de bem-informado, um gentleman. Até que recebeu um telefonema.

Uma voz misteriosa que disse:

- Sei de tudo.

- Co-como?

- Sei de tudo.

- Tudo o quê?

- Você sabe.

Resolveu desaparecer, Mudou-se de cidade. Os amigos estranharam o seu desaparecimento repentino. Investigaram. O que ele estaria tramando? Finalmente foi descoberto numa praia remota. Os vizinhos contam que uma noite vieram muitos carros e cercaram a casa. Várias pessoas entraram na casa. Ouviram-se gritos. Os vizinhos contam que a voz que mais se ouvia era a dele, gritando:

- Era brincadeira! Era brincadeira!

Foi descoberto de manhã, assassinado.  O crime nunca foi desvendado. Mas as pessoas que o conheciam não têm dúvidas sobre o motivo. Sabia demais.

 

(Do livro "O Analista de Bagé" de Luíz Fernando Veríssimo)

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Na hora do enterro, o coveiro recebeu um bilhete deixado pela freira falecida. Nele estava escrito: 
‘‘Este é meu último pedido, favor escrever na lápide: Nasci virgem, vivi virgem e morri virgem’’
O coveiro com preguiça de escrever a frase completa, decidiu abreviar:
‘‘DEVOLVIDA 100 USO’’

 

 

O homem condenado a morte, tinha um último pedido à fazer, antes da sentença ser executada. O  soldado pergunta qual é o pedido.
- Eu quero comer jaca!
- Mas, a época de jaca é só daqui a seis meses.
E o condenado calmamente diz:
- Não faz mal, eu espero!

 

POPULAÇÃO BRASILEIRA
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FilosofRIA

"Permita-se ser desagradável também. Você não precisa poupar gente sem noção, do desconforto que elas causam.’’

 

 

ORAÇÃO MILAGROSA
Faça com muita fé,
várias vezes ao di a.

 

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres,

bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus. 
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

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Parece filme... Você ama aquela pessoa, com quem convive há anos, seja cara-metade, filho, mãe, amigo. Acredita ser recíproco. Você sabe que, por ser humano, errou muito pelo caminho. Acredita, porém, que a convivência e o tempo mantiveram vivo aquele Amor. Por isso, nem se lembra direito desses erros. E chega um dia... Aquela pessoa joga na sua cara toda a dor sufocada. Desenterra cada erro seu. Você fica sem chão. Parece que entrou no filme errado. Suas convicções derretem. Isso dói demais. Feito mero personagem, você pode aceitar o grito da vida: “Corta!” Ou se levantar e dirigir: “Ação!”

Publicado na edição 567 - 26/12/2020

 

 

Wagner Moura chegou com os dois pés na porta na série Ladrões de Drogas. Estreia recente do Apple TV+, a série acompanha o brasileiro no papel de um dependente químico, que fez com ele entrasse no hall de atores favoritos de Peter Craig. Famoso por grandes filmes como Batman (2022) e Top Gun: Maverick (2022), o roteirista, que faz sua estreia na TV criando a trama policial, não poupou elogios para a performance dele como Manny.

 

 

O Coveiro 
 Millôr Fernandes


Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua profissão - coveiro - era cavar. Mas, de repente, na distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais.
Tentou sair da cova e não conseguiu. Levantou o olhar para cima e viu que sozinho não conseguiria sair. Gritou. Ninguém atendeu. Gritou mais forte. Ninguém veio. Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar, desistiu com a noite. Sentou-se no fundo da cova, desesperado. A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das horas tardias. Bateu o frio da madrugada e, na noite escura, não se ouviu um som humano, embora o cemitério estivesse cheio de pipilos e coaxares naturais dos matos. Só pouco depois da meia-noite é que vieram uns passos. Deitado no fundo da cova o coveiro gritou. Os passos se aproximaram. Uma cabeça ébria apareceu lá em cima, perguntou o que havia: - O que é que há?
O coveiro então gritou, desesperado: 
- Tire-me daqui, por favor. Estou com um frio terrível! 
Mas, coitado! - condoeu-se o bêbado - Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra de cima de você, meu pobre mortinho! E, pegando a pá, encheu-a e pôs-se a cobri-lo cuidadosamente.

 

Reflexão: Nos momentos graves é preciso verificar muito bem 
para quem se apela.

 

 

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